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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Pílulas: Batik


Originário da Ilha de Java, Indonésia, o tecido é “desenhado” com cera quente, aplicada por um pincel ou uma ferramenta de metal especial, o tjanting. Essa camada de cera torna o tecido impermeável e é chamada máscara, que vai sendo retirada ou reaplicada a cada banho de tinta, sucessivamente, sobrepondo as cores e formando os efeitos desejados. O batik também aparece muito forte nas culturas japonesa e africana. Na 1ª, conhecido como rookestsuzome, as cores são aplicadas por pincel, e não por imersão. Já na versão africana, o tecido sofre amarrações envolvendo pequenos objetos (pedras, sementes, bolas de gude e até linhas)propiciando formas e efeitos diversos a cada banho de cor.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Pílulas: Liberty


Sua origem é a Índia, que produzia tecidos com delicadas estampas e exportava para a Inglaterra. Eis que no século XIX a empresa inglesa Liberty & Co passa a produzir suas próprias estampas com o mesmo conceito - floral miúdo e delicado. A identificação da marca com o estilo foi tão grande que assim ficou conhecida e desde então não saiu mais do gosto popular.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Pílulas: Tie Dye


Significa “amarrar e tingir”. E é exatamente nisso em que consiste essa técnica: o tecido, ou a peça pronta, é amarrado de forma estratégica então é mergulhado em corante ou aplicado em determinadas áreas, de acordo com os desenhos, cores e efeitos desejados. Oriundo do Oriente, tornou-se símbolo do movimento Hippie nos anos 60.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Pílulas: Chita

Vai começar um série de posts contando um pouquinho da história, técnicas e estilos de estamparia, tecelagem, tingimento e tudo o que faz da vida dos tecidos (e das nossas) mais belas e alegres.
Vamos começar pelo mais nacional dos estilos:
CHITA

A Chita, ou Chitão como conhecemos hoje, teve sua origem na Índia. Eram tecidos de algodão de qualidade inferior e estampas florais pequenas e médias. No Brasil a estampa ganhou tamanho e cor. Por ser um tecido barato e com motivos e cores chamativos, sempre esteve atrelado às classes mais baixas e festas populares. Hoje podemos afirmar que a chita faz parte da cultura brasileira. Deixou de ser nome de tecido barato e passou a ser referência de estamparia. Pode ser encontrada aplicada a quase todos os objetos de uso cotidiano desde roupas a decoração. E virou sinomimo de brasilidade, alegria e até sofisticação.